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16 junho 2011

Sexo Frágil




E é a mesma história sempre "mulher, o sexo frágil", por favor, isso é um grande equívoco que todos se habituaram a ouvir e até mesmo falar.Mas por que diabos vocês homens se julgam tão superiores e mais capazes do que nós ? Numa simples análise podemos perceber quem de fato é frágil, e quem é auto suficiente.

Homens, brutalidade não quer dizer força, nós mulheres podemos até não ter a facilidade com grandes pesos e afins, mas aprendam, nem sempre é necessária a força quando se possui inteligência. E mais, não meçam a nossa capacidade baseados somente nos momentos em que estamos em crises, tpm, muito menos nas futilidades que mascaram o nosso mundo; por trás da capa cor de rosa que decoramos o nosso universo há lágrimas,preocupações, planos e muita garra.

Percebam o quanto antes que frágeis podem ser vocês mesmos, esconder em baixo de músculos as fraquezas e os medos não faz de vocês mais ou menos homens, e comecem a cogitar a possibilidade de que podemos substituí-los a qualquer momento, afinal hoje em dia a tecnologia é de ponta e muito avançada, nos proporciona ilimitados auxílios, sejam eles de qualquer natureza, então se cuidem, há pouco, muito pouco ainda que não possamos conseguir sozinhas.

Porém ainda que com todas as chances de sermos totalmente auto suficientes ainda pecamos por não termos doutrinado com firmeza nossos corações para que sem vocês fossem independentes. Mais uma vez nos diferenciamos, ainda que com todos os prazeres e frutos disponíveis atribuímos um valor principal ao amor, mais do que artifício de realizações, vemos no outro a nossa metade, com a qual seremos inteiras.

Ah, é bonita essa modéstia feminina, essa singularidade capaz de abranger todos os mais, essa independência discreta e perspicaz, capaz de fingir não ver, nem se importar, e sempre manter-se acima.

Um brinde a nós mulheres, pelo poder de ser superior da maneira mais simples:
sendo essencial !
                                                                                                                                                                T.

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